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sexta-feira, 5 de abril de 2013

Relacionamento à distância

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Eis uma parte complicada de viajar por um tempo: tem namorado ou namorada? Hmmm Pense bem e decida o que quer. Isso não significa trocar um pelo outro (o intercâmbio ou eu?) isso não existe, ai já percebe a imaturidade para levar adiante à distância!
Quando digo decida o que quer, quero dizer para sua vida, seja a curto ou longo prazo. Para que namorar se for "galhar" o coitado ou a coitada em terras americanas? É complicado! Decidir o que quer, antes de viajar, nem sempre é fácil, a opinião pode mudar quando você chegar ao seu destino. Somos humanos, e lidar com várias coisas novas, pessoas novas, experiências diferentes, sim, desperta algo novo em você (ou para o bem ou para o mal hehe). Maaaaas, eu sou uma pessoa que acredita no amor, AMOR VERDADEIRO, e se há amor, por mais que muitas dificuldades passem e abalem o relacionamento, a sementinha verdadeira sempre estará ali dentro do coração!

Comigo não foi diferente, vou contar um pouco da minha história:

Quem acompanha o blog há um tempinho deve se lembrar do Junior né? O amor da minha vida! Nos conhecemos quando eu era uma criança de 13 anos que me achava "aborrecente". Ou seja, "crescemos" juntos de uma certa forma. Muitas decisões que fiz foi graças a ele. Poderia citar diversos aspectos, mas não vem ao caso. Contudo, estudar inglês foi peça chave para eu estar aqui de volta hoje, e foi graças a ele que eu comecei a estudar inglês.
Dentre outras coisas, sempre fomos amigos em primeiro lugar. E até despertar em mim a vontade de fazer o intercâmbio, já estávamos namorando há 5 anos!!! (Eu decidi do nada, e queria logo o mais rápido possível viajar e ponto final - eu sou assim :/)
Ele me apoiou muito, mesmo triste claro, mas eu estava tão empolgada que nem percebi sua tristeza. Se ele estava me apoiando, então estava tudo ok.
E então eu viajei, sofri demais na despedida, era um pedaço do meu coração ficando longe por 1 ano! Mas planejamos que quando eu voltasse casaríamos! No início foi extremamente doloroso, tudo muito novo e eu só queria ele ali comigo. Depois tudo continuou sendo novo para mim, mas já estava na fase de novas descobertas e eu fiquei mais acostumada. Para quem fica é muito pior, pois tem o nosso vazio lá!

                                          
O tempo foi passando, eu fui ficando ocupada com as coisas do intercâmbio, mas sempre arrumava um tempo para a gente conversar. E ele foi ficando muito ocupado também com trabalho e faculdade, e o meu tempo já era muito tarde para ele. Acho que foi nesse ponto que nosso relacionamento começou a capengar.
Para ele estava tudo péssimo, e para mim mais ou menos. Mas eu nunca quis terminar. Mas realmente foi ficando difícil, raramente conversávamos, e quando sim só eram brigas. Até que terminamos, e ficamos durante 2 meses sem contato. E eu então muito orgulhosa que não ia atrás de ninguém. Continuei minha vida, sai bastante, e decidi que NUNCA mais voltaria de vez ao Brasil (nunca é uma palavra muito forte! :p)
Depois de um tempo, começamos a conversar novamente. Claro que eu sentia saudades, mas minha cabecinha já estava mudada após tanto tempo "abandonada" (sentimental!) Não quis voltar a namorar, não aceitei. De tudo o que aconteceu depois vocês já sabem: rematch. Ohhh tempo difícil, e então tive que voltar ao Brasil por força maior!
No meu retorno (setembro de 2011), eu não aceitei reatar o relacionamento, minha mente era 100% EUA e só causava desentendimento entre nós, o tratei mal (=[), cuspi pra cima, mas ainda assim nos encontrávamos sempre como amigos (com benefício haha). Com dois meses que voltei, saiu a resposta de um intercâmbio para ele fazer no final do ano. Visto que quando namorávamos era isso o combinado, ele fazia o intercâmbio e depois voltaríamos junto ao Brasil. Não foi assim que ocorreu, na dor da perda eu comecei a dar valor, e decidi voltar. Voltamos, claro, mas em dezembro de 2011 foi ele que viajou. Foi minha vez de pagar o preço do outro lado da moeda. Sofri muitooo, demaiiiis!!! E lembram aqueles quilinhos iniciais que ganhei no Brasil? Pois é, foram 8 quilos a menos em 2 semanas, de tanta tristeza que senti. (Por um lado foi bom, perdi peso kkk to brincando)
Agora eu rio MESMO de tudo isso. Mas doeu. Enfim ele voltou, mas nesse meio tempo de ele estar viajando já tínhamos terminado, e após tanto sofrimento nem ter voltado deu certo!
Ambas viagens abalaram muito o nosso relacionamento, não por falta de amor, e sim falta de maturidade. Mas nada acontece por acaso, muitos rios passaram, e hoje cada um teve um propósito diferente em nossas vidas. E sim, agradeço a Deus por tudo, cada coisinha foi um aprendizado. E o amor? Ele venceu!!!! =D (Continuo no próximo!)

Aqui deixo umas dicas para namoro a distância:

Namorar à distância = manutenção maior do relacionamento para deixar a chama acesa! Nem sempre é dificultoso, pode sim dar certo se ambas partes estiverem dispostas:

- acreditar que vai dar certo é primordial, pensar positivo e buscar isso vai funcionar;
- confiar um no outro, sim é difícil, mas tem que confiar. Não dá para encarar as briguinhas bobas, lembrem-se que ele/ela não estará ao seu lado para aquele abracinho apertado depois, então procurem ficar bem;
- confiar vale também para evitar o ciúme. Conversar para esclarecer as coisas é tudo: atenção no tom de voz, tudo é 3 vezes mais intenso à distância;
- mantenham o contato gente! Mandem fotos, mensagens, notícias do dia, da noite, fofocas e riam muito;
- não evitem os mimos, uma surpresa inesperada, uma mensagem inesperada. Quantos coisas vocês podem fazer longe, mesmo encomendar algo e enviar (tecnologia hellooo, vocês têm faca e queijo nas mãos. Só mensagem de aniversário no Facebook não está com nada;
- planejar o futuro, se encontrem se for possível e façam planos, muitos planos!!!

Alguém tem mais dicas aí? Postem e compartilhem suas experiências!

No final de tudo, estar longe nem sempre é ruim. Sentir saudades acaba sendo bom lá no finalzinho! Matar a danada saudade depois é melhor ainda! =)

quinta-feira, 4 de abril de 2013

O retorno ao Brasil. WHAT? Choque de cultura total!

5 comentários

Vou ser bem sincera! Não quero dizer que com todos acontecerá o mesmo. Mas voltar antes de completar um ano não é mole não! Foi uma novela!!!
Assim que eu cheguei,  não via mais nada verdinho de dentro do avião, as casinhas lindas... Eu pirei! Cheguei em Guarulhos, e ali já começou o impacto. E então percebi a diferença de cultura: aeroporto nos EUA é quieto, silencioso. Em Guarulhos? Nossaaaa!!! Mas tudo compensa após tantos meses me reencontrei com a família. Assim que sai da alfândega e vi minha mãe e minhas irmãs, eu me "derreti" de chorar. Que sensação boa, que emoção!

 
 
Aos poucos me readaptei, mas só quando realmente decidi fazer isso. Afinal, nada poderia fazer naquele momento. De início, eu troquei o dia pela noite: dormia o dia inteiro e à noite eu ficava na internet. Fora isso, eu enfiei o pé, digo os dois pés, mãos e cabeça na jaca! Não queria saber de outra coisa que não fosse comer e matar a saudade de umas das coisas que mais sofremos quando estamos fora: ohhh bendita comida gostosa!
Eu almoçava 3 vezes, e estava nem aí em repetir quantas vezes fosse necessário até eu satisfazer meus olhos! o.O Minha mãe fazia tudo o que eu queria: carne seca, calabresa e tudo mais! Ai que eu me joguei na "vida loka" :( hahaha O pão Francês nem se fala! Por mais engraçado que pareça, eu ganhei uns quilinhos a mais no Brasil, e não nos EUA!! ohh vidaa
Nesse meio tempo, eu comecei a dar aulas de inglês na Wizard, que foi onde estudei.


Comecei a dar aulas particulares. Dar aulas foi ótimo!!! Me aproximei novamente da língua, e de uma certa forma da cultura. Me sentia em "casa"! Dar aula foi maravilhoso pra mim, foi como uma terapia. Eu cheguei a enviar meu currículo pra empresas grandes, mas não era pra ser!
Voltei para faculdade, e fiquei por um mês e meio, e tranquei de novo, era hora de agir e voltar para os EUA. Fui criticada por está fazendo tudo incerto, trancar a faculdade em menos da metade do semestre. Aquilo foi um tempo de reflexão, e então que realmente me empenhei pra voltar pra terra do tio Sam!
Ahhh, lembre-se que eu não estava mais namorando né? E assim continuou, depois de um tempo voltamos e logo ele decidiu fazer um intercâmbio, acabou comigo (outro post) Agora eu estava do outro lado da moeda! Sabe o ditadinho da pimenta... hehe
Trabalhei o máximo que podia, juntava dinheiro, economiza sempreee, só gastava o necessário e olhe lá. Mas ainda ai, eu não sabia como voltar e pra onde voltar. Pensava em Canadá e vários outros estados, mas o Alabama é o "dono do meu coração"! =D
Deu 1 ano e 2 meses de volta ao Brasil. Passou muito rapido, e se o tempo voltasse, teria aproveitado minha familia um pouco mais! Durante esse tempo eu me divertia sim, nao foi so depre o tempo todo, maaasss.... com o Alabama ali em mente! haha

me and my sisters
 
Aqui deixarei uma comparacao pequena que me fez voltar:

Nao apenas as coisas futeis, como tudo muito barato, Victoria's secret, roupa, Iphone =P, que me fizeram falta. Isso conta, mas nao eh o primordial! Eu me adaptei muito bem nos EUA, com o estilo de vida e a pessoa que eu sou aqui, me sinto mais em paz.(paz de espirito)
Falando em paz, ou violencia, esse eh o motivo mais forte e triste com relacao ao Brasil. Esse foi um impacto muito forte pra mim. Nao estou querendo dizer que aqui nos EUA nao exista violencia. Sim, existe. Porem, a comparacao eh total!
Em poucas semanas que retornei, assassinaram um rapaz praticamente na rua da minha casa. Ouvir tiros, dependendo da regiao do Brasil, eh normal... policial matando bandido e bandido matando policial. Atender o Iphone na rua... NUNCA!!! Enfim, farei outro post especificamente da cultura geral. Mas acho que podemos SIM querer o melhor para nos, sem passar por cima de ninguem. O que eh melhor pra mim, talvez nao seja melhor pra voce. Mas cada um merece ser feliz! Alem de tudo, tenho muitos planos aqui. Se um dia voltarei ao Brasil? Nao sei. So Deus sabe. Mas por enquanto vivo o agora, e o agora eh aqui! =)

Rematches pq? :( Não matam, doem, mas ensinam a viver!

4 comentários
Finalmente, hoje o final da minha novela auperiana! Confira o que rolou após sair
da minha amada família do Alabama:
Quando "mergulhamos" nesse intercâmbio, jamais imaginamos passar por um
rematch, muito menos por DOIS! Pois é, eu fiquei surpresa e lutei até onde eu pude
para conquistar o meu objetivo.
Sai do Alabama e fui direto para Flórida. Fui triste demaiiis! Logo que cheguei, a futura host family estava viajando de férias, então fiquei aprox. 2 semanas no hotel que a Expert Au Pair hospeda as meninas, Ponce de Leon. Até ai, ótimo! Era eu e minha vidinha, duas semaninhas lindas de ferias, em St Perersburg, o primeiro lugar que fiquei assim que cheguei aqui nos EUA! 
Logo depois, a família foi ao meu encontro para nos conhecermos, e então fomos à praia. Gentee, para tudo, que família legal! (Tudo artista) ok, me mudei e logo que vi meu quarto já não gostei: era atrás da área de serviço, sem TV, internet não funcionava, o sinal nem chegava lá. (Ngm merece!!!) Até ai tudo bem, ainda tinha esperança de ser feliz de novo! :/
Mas sabe quando não é pra ser? Nada dá certo, e ainda a família é horrível?! Eu não aguentava lá. Pra mim aquele lugar era uma "prisão", estava a ponto de entrar em depressão de tanta tristeza. Eu não tinha amigos, pois não tinha vontade alguma de sair, logo NO Friends. Eu não tinha como me socializar, visto que eu já não estava nem namorando mais também (explico em outro post) E minha familia no Brasil, eu nao queria pertubar, longe e ainda eu triste nao deixariam eles bem.
Embora eu tivesse meus amigos no Alabama, não poderíamos ficar 24h no telefone. E tudo que eu pensava era: eu não estou com vontade de começar tudo de novo! É muito difícil, pois não é mais a primeira vez, e já tinha vivido quase 5 meses no Alabama. 
Ainda assim, só restavam pequenos 6 meses e eu jurei que aguentaria aquilo tudo e depois voltaria ao Brasil. (Esse era meu objetivo, 1 ano nos EUA) Acontece que a decisão não foi minha, eles que pediram rematch pois eu não era a au pair trouxa que eles tinham anteriormente. Vou colocar uma listinha sobre eles:
-super ricos e super mãos de vaca ao mesmo tempo;
-Vida saudável ao extremo, isso não existe com crianças. Eu podia comer o que quisesse, mas os 2 meninos tinham uma alimentação completamente restrita, digo uma vida restrita. Era leite de vaca no café, almoço e janta. Video game só se for wii sports, sem tv, se quiser vai praticar um esporte. Acontece que eu que lidava com os mimados, que ficavam de birra comigo como eu tivesse dado as regras,
-eram 2 meninos 10 e 8 anos, e ambos mijavam na cama todo santo dia! Eu tinha que lavar aquela "bexiga" todo santo dia!
-o pior foi que eu tinha um carro só pra mim, ok mas eu não usava, pois não saía. Ainda assim, a pobre au pair que recebia 195 e os 75 centavos CONTADOS que tinha que colocar gasolina pra levar os pirralhas pra cima e pra baixo! Isso eu não suportei, falava com a host doida sempre que não era justo, e ela batia na tecla que o carro era meu. 
-a gota do rematch foi que teve um casamento, e a louca comprou dois ternos pra cada menino, pegou a calça de um e blusa do outro. Deixou para eu vestir os meninos. Eu coloquei a calça que estava no cabide junto com a blusa, afinal ela não me comunicou o que fazer, fui pelo óbvio. Ela e o marido falaram um monte pra mim, pois eu coloqueo a calça errada e eles tinham acabado de perder $50. Acreditam? Nem eu!!!   
Para resumir, informei a coordenadora, que foi fazer um meeting, e eles não gostaram. Dai já misturaram que eu dava prejuízo e que eu não era feliz ali. (LÓGICO!!!) Chorei como uma condenada, não por deixá-los. Mas sim pois sabia que a possibilidade de uma terceira família era mínima.
Para concluir, a agência me enrolou. Eu tinha direito a duas semanas de rematch na família e depois duas mais no hotel até achar outra host family. E os vagabundos me ligam dizendo que eu tinha duas opções: voltar para o Brasil no dia seguinte (hã???) ou então esperar o tempo necessário na casa de algum amigo no Alabama. Vocês acreditam??? Completamente fora da lei, me mandaram ao Alabama e me abandonaram lá por dois meses sem contatos, sem dinheiro, nada! Eu me virei bem, trabalhei, tinha amigos e principalmente Deus comigo! Após dois meses me mandam email dizendo que estavam cancelando meu DS, e gostariam de saber meu endereço novo para atualizar no governo. Perai, vcs querem me deixar ilegal e ainda dar o endereço da criminosa? Eu não sou idiota. Luto por meus direitos até onde posso, e fiz ele pagar minha passagem de volta ao Brasil. Já estava trabalhando aqui, tinha carro, mas não aceitei ficar ilegal! Não era o que meu coração aceitava.
Eu acredito nos planos de Deus, e Ele sabe o que faz!  
Quando retornamos de algo não realizado a tristeza é grande. Para  onde irão os sonhos, tudo o que ainda teria para fazer? Tudo de volta para o Brasil de mala e cuia! Porém, todos "maquinando" ainda na cabeça. E aí que começa o tempo da frustração. O que? Retorno ao Brasil? Tempo de se readaptar, colocar a cabeça no lugar e decidir o que fazer da vida Fui com a certeza que voltaria, e aqui estou!
Na próxima contarei como foi o retorno ao Brasil e a readaptação. O que eu deixo para vocês é: nunca desistam dos seus sonhos, vão pelo caminho certo, desejando sempre o melhor pra si e fazendo por onde até alcançá-los. Nem sempre, quase sempre, as coisas ocorrem como  desejamos. Nunca entendemos no começo. Mas depois vem a resposta. A questão é nunca desistir, tentar até onde der, se não deu certo, não era pra ser. Se doeu, chorou, se arrependeu: foi um grande aprendizado. 
Essa vida de intercâmbio se resume em malas, de aeroporto em aeroporto até voltar ao seu destino. Nessas malas levamos roupas, sapatos e tbm sonhos, segredos, desejos, histórias, e principalmente uma bagagem de aprendizado. Por isso que eu digo, aproveitem cada minuto, cada experiência vivida, cada "hi" falado, tudo é valido, e essa mala ninguém pode esvaziar! 
Passem por um rematch, mas de cabeça erguida. Não seja escrava de família, esse não é objetivo do intercâmbio, muito menos o seu! Calmaaa, não estou falando pra chutar o pau da barraca hehe Paciência e determinação são as palavras certas para uma au pair, muitas coisas têm que ser dosadas. O diálogo é o melhor caminho! E sobre a agência eu nem preciso dizer que NÃO RECOMENDO!
Não recomendo a Expert Au Pair, e por mais que a maioria das agências sejam iguais, ainda assim RECOMENDO o intercâmbio Au Pair, é um crescimento impagável!
Foco e lutem pelos seus direitos!

Jess

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Sorry, sorry! VOLTEI COM TUDO! =)

3 comentários
Mais uma vez demorei, enrolei, "preguicei" mas VOLTEI! Agora pra ficar!
Peco desculpas, MAIS UMA VEZ, pq deixei essa historia mal contada, enrolada e voces curiosas, ne?
Pois eh! A vida da muitas voltas,  meninas (o).
O que gostaria de dizer eh que agora eu decidi voltar a escrever, afinal eh isso que gosto de fazer, isso me da prazer, ainda mais por ajudar de certa forma outras pessoas, tirando duvidas e passando experiencias.
Nao, nao sou mais au pair, mas esta no "sangue" haha, e na terra (sim, voltei para os EUA, e estou cheia de novidades pra contar). Mais precisamente voltei ao Alabama (amo esse lugar, rapaz!)

Pq voltei para o blog entao? Primeiramente, pq sou blogueira demais. Vivo lendo por ai. Mas tinha desanimado de escrever, estava num processo diferente na minha vida, e agora que esta tudo organizado, gracas a  Deus, terei tempo e vontade para me dedicar novamente ao meu amado blog!

Espero que ainda interesse vcs. =D
Vou desenrolar a minha historia no proximo post, e nos demais: VIDA NOVA NOS EUA! UHUL!
 GOD IS GOOD!

Obs.: Vou mudar tudo aqui no blog, e necessito atualizar, principalmente, meu perfil!!! ;)

Bjoo =*

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Experiencia incomparavel!

6 comentários
Que legal saber que tem alguem ai. Fico feliz mesmo, gente. Obrigada!!! :)

Nas ultimas postagens eu comentei que estava desanimada para escrever no blog apos o rematch, e acreditem: depois eu tive mais um rematch! A partir de entao desanimei mesmo, estava praticamente revoltada, pois o que era "cor de rosa" virou "preto e branco".
Nos Au Pairs chegamos nos E.U.A. realmente como um conto de fadas, de viver com outra familia e se "encaixar" a ela, de realizar um sonho, e eh exatamente assim que "abandonamos" o nosso pais para embarcar nessa aventura. Eu entrei de corpo e alma para viver intensamente essa experiencia diferente, e eu descobri que eh isso que EU SOU, viver coisas diferentes, viver experiencias e aventuras, eu pude me descobri e conhecer realmente a Jessica, nao a Jessica que nao existia, mas a Jessica que estava escondida propriamente dentro de mim. No Brasil, eu sempre vivi bem, feliz, mas sempre parecia que faltava alguma coisinha. Eu sempre tive o "pavil muito curto", de me estressar por tudo e ficar com raiva, e magicamente durante 9 meses no exterior, vivendo tudo que vivi, eu nunca mais tive essa sensacao, digamos por sinal que nao eh boa!
Resumindo, eu nao estou mais nos E.U.A., retornei ao Brasil na metade de setembro, e a readaptacao inicial foi extremamente dificil. Depois a gente ate supera, ocupa a cabeca com outras coisas, mais JAMAIS esquece. A relacao aqui nao eh apenas sobre o pais (E.U.A.), e sim amizades verdadeiras, acolhimentos sentimentais, um oferecimento de um "teto" para viver, uma segunda familia, historias vividas, e como ha historias vividas. Eu vivi e vi coisas em 9 meses que nos 20 anos da minha vida nunca tinha visto, e nao falo so de coisas boas, muitas coisas ruins vividas, alem do Intercambio Au Pair. E podem acreditar, eu agradeco a Deus por todas elas, pois tudo foi um aprendizado imenso para mim.
Guardo a host family do Alabama no meu coracao eternamente, sao pessoas maravilhosas, de um carater sem palavras. Mantemos contato sempre que possivel por e-mail, continuamos compartilhando fotos e sobre as criancas. Ja da segunda familia na Florida nao posso dizer o mesmo, e muito menos sobre a agencia. Aqui o ponto chave foi a sorte que tive de encontrar uma familia abencoada, e nao a agencia. Quem acompanha o blog sabe a minha relacao com a familia do Alabama, que antes existiu uma amizade, ate acharmos uma agencia que podesse fazer o intercambio acontecer legalmente. E eh ai que comecou o "mundo cor de rosa"...
A minha ultima postagem foi falando que depois voltaria para explicar o rematch. E depois aconteceu tanta coisa que desanimei totalmente. Mas andei pensando e nao achei justo nao compartilhar com voces, e resolvi voltar para continuar registrando como foi o intercambio. No total foram 9 meses que fiquei la, e o ultimo post foi de 5 meses, entao EU PROMETO que vou continuar escrevendo a partir dai, pois tenho tudo guardado na minha cabeca! haha E entao, aos poucos vou explicando como as coisas foram acontecendo, ok? Deal?

Espero que o Natal de voces tenha sido repleto de paz e bencaos, e desejo um 2012 cheio de realizacoes!
 

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